2006-09-21

Subject: Peixes alistados na guerra ao terror

 

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Peixes alistados na guerra ao terror

 

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Um dos tipos de peixe mais comuns na América, o conhecido guelra-azul Lepomis macrochirus, foi recrutado para a luta contra o terrorismo.

Tanto San Francisco, como Washington e Nova Iorque estão a utilizar o guelra-azul para garantir a segurança do abastecimento público de água.

Um reduzido número de peixes são mantidos em tanques constantemente em contacto com água dos depósitos municipais. Sistemas computadorizados registam as alterações nos sinais vitais dos peixes e enviam um alerta quando algo está mal.

Desde 11 de Setembro de 2001, o governo americano começou a levar as ameaças de ataque ao abastecimento público de água mais a sério.

De acordo com as leis federais, quase todos os sistemas comunitários de água devem ser avaliados relativamente à sua vulnerabilidade ao terrorismo e a água é constantemente vigiada e testada em relação a agentes químicos e biológicos.

"É como um sistema de alerta prévio, funciona como qualquer outra linha de defesa", diz Bill Lawler, co-fundador da Intelligent Automation Corporation, a companhia com sede em San Diego responsável pela produção dos aparelhos anti-terror.

Os guelra-azul, uma espécie muito resistente, são, no entanto, altamente sensíveis a um vasto número de toxinas. Quando expostos a esse tipo de substâncias sofrem a versão piscívora de ataques de tosse, abrindo mais as guelras para expulsar as partículas indesejadas.

Ao primeiro sinal de stress nos peixes, o computador envia um alerta por e-mail, pager ou telemóvel.

Os gulera-azul de Nova Iorque foram testados recentemente, quando o sistema detectou vestígios de um derrame de diesel antes de o Departamento de Protecção do Ambiente se ter apercebido da ocorrência.

 

Ainda assim, os guelra-azul têm as suas limitações, pois não podem detectar de forma segura agentes biológicos e não têm qualquer função na detecção de outro tipo de ataques, como bombardeamentos de depósitos ou captações de água. 

 

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