2005-12-27

Subject: Cientistas encontram "vala comum" de dodós

 

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Cientistas encontram "vala comum" de dodós

 

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Os cientistas descobriram os ossos "maravilhosamente preservados" de cerca de 20 dodós numa escavação realizada nas ilhas Maurícias.

Pouco se sabe acerca do dodó, a famosa ave não voadora que se pensa ter-se extinguido no século XVII. Nenhum esqueleto completo tinha sido alguma vez encontrado nas Maurícias, e o último conjunto completo de ossos foi destruído num fogo no museu de Oxford, Inglaterra, em 1755.

Os investigadores acreditam que os ossos têm pelo menos 2000 anos e esperam aprender algo mais acerca da forma como os dodós viviam com a sua ajuda.

Uma equipa de cientistas holandeses e mauricianos descobriu os ossos numa área pantanosa perto de uma plantação de cana de açúcar no sudeste da ilha.

Os ossos foram recuperados todos de uma única camada de terra, havendo ainda a perspectiva de novas escavações virem a ser feitas. Secções de bicos e vestígios de crias são apenas alguns dos achados que foram feitos.

A descoberta foi considerada um verdadeiro feito na Holanda. "Esta nova descoberta vai permitir o desenvolvimento da primeira investigação científica sobre o dodó e sobre o mundo em que esta ave vivia, antes de o Homem ocidental ter desembarcado nas ilhas Maurícias e dizimado a espécie", pode ler-se num comunicado oficial do Museu Nacional de História Natural das ilhas.

 

O geólogo holandês Kenneth Rijsdijk, que liderou a escavação, disse que amostras de DNA dos ossos dos dodós podem muito bem revolucionar a compreensão da forma como as aves viviam.

O dodó foi ridicularizado pelos colonos portugueses e holandeses pelo seu tamanho e aparente falta de temor em relação aos seus caçadores armados e esfomeados.

O seu nome vulgar deriva mesmo do termo português "totó", e foi caçado até à extinção no espaço de tempo de apenas 200 anos após o desembarque dos europeus nas ilhas Maurícias. 

 

 

Saber mais:

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Cientistas localizam a extinção do dodó

 

 

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