2003-11-20

Subject: Nova esperança para os albatrozes

News of the Wild

 

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Em destaque:

Nova esperança para os albatrozes

 

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Os albatrozes são as maiores aves marinhas do mundo e devem beneficiar de protecção internacional, travando a sua caminhada para a extinção. A África do Sul tornou-se o quinto país a ratificar o tratado internacional sobre a protecção dos albatrozes, que entrará em vigor em fevereiro de 2004. 

O tratado obriga os signatários a reduzir as mortes das aves presas em linhas de pesca, que atingem 100000 albatrozes por ano. Os conservacionistas tentam agora que outros países adiram ao pacto. O tratado designado Acordo sobre a Conservação dos Albatrozes e Petréis, já tinha sido ratificado pela Austrália, Equador, Nova Zelândia e Espanha, mas necessitava de um quinto signatário para entrar em vigor. 

O acordo obriga os estados a tomar medidas específicas de redução da morte de aves por acção da pesca à linha, mas igualmente a traçar projectos a longo prazo para eliminar outro tipo de ameaças. Estas incluem a perda de habitat, poluição marinha e ratos, gatos e outras espécies introduzidas nos locais de reprodução das espécies. 

A associação BirdLife International considera que a pesca de linha é o principal motivo da redução continuada da maioria das espécies de albatrozes e aves marinhas com eles aparentadas. Esta prática deve matar mais de 300000 aves marinhas todos os anos, um terço das quais albatrozes. 

As aves morrem de ferimentos causados pelos anzóis, quando tentam retirar o isco de linhas com mais de 130 Km de comprimento, ou então são arrastadas para debaixo de água e afogam-se. 

Existem 21 espécies de albatrozes, todas em risco de extinção, segundo a BirdLife. A África do Sul é lar para populações significativas de 4 dessas espécies: o albatroz errante, o albatroz de cabeça cinzenta, o albatroz de bico amarelo do Índico e o albatroz escuro. 

A associação BirdLife deseja que países como o Reino Unido, França, Brasil, Chile e Peru assinem igualmente este acordo o mais depressa possível. Com tantos tipos de albatrozes a desaparecer diariamente, esta é uma situação de conservação extremamente urgente, consideram. 

 

Ilhas como as Falkland, South Georgia, Tristão da Cunha ou Amsterdão, são zonas de grande importância para as colónias reprodutoras de albatrozes e devem ser protegidas. 

Na ilha de Amsterdão, por exemplo, vive uma das espécies mais em perigo, o albatroz de Amsterdão, também ameaçado pela doença. Desta espécie apenas restam 20 casais reprodutores e a mortalidade entre as crias é muito elevada. 

 

 

Saber mais:  

Save the Albatross

BirdLife International

John Ridgway's Voyage

 

 

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@ Born to be Wild, 2003


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