2004-07-09

Subject: Caçadores furtivos queimam um terço de parque nacional ruandês

News of the Wild

 

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Em destaque:

Caçadores furtivos queimam um terço de parque nacional ruandês 

 

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Caçadores furtivos queimaram mais de 1/3 do maior parque nacional do Ruanda, causando graves problemas à protecção da fauna selvagem dos perigos resultantes do aumento da população rural do país.

É verdade, 1/3 do Parque Nacional Akagera ardeu durante a semana passada (...) mas os fogos estão agora controlados, revelou o director do parque David Mugisha. O parque Akagera é um refúgio para a fauna selvagem no sobrepovoado Ruanda, onde mais de 8 milhões de pessoas se acotovelam em apenas 26300 Km2 e a desflorestação é já generalizada.

A extensão de 900 Km2 de parque na zona leste do país é lar para elefantes, girafas, zebras e numerosas espécies de antílopes e macacos. 

Mugisha referiu que os caçadores furtivos acenderam os fogos para espantar os animais e armar armadilhas que os capturassem quando regressassem aos seus terrenos de alimentação normais.

Estamos muito preocupados (...) esta situação é extremamente danosa para a biodiversidade do parque, continua Mugisha. Segundo ele, os caçadores furtivos são tanto caçadores comerciais trabalhando para o comércio de carne selvagem (bushmeat), como caçadores de subsistência que apenas caçam para comer, dado que a população rural do Ruanda está entre as mais pobres do mundo.

Mugisha referiu que não foram feitas detenções mas as patrulhas no parque foram aumentadas. Os fogos também causaram importantes danos à frágil industria turística do país, crucial para a obtenção de moeda estrangeira, juntamente com o café e o chá. 

Estas preocupantes notícias chegam apenas alguns dias depois de a WWF International ter alertado para a destruição de enormes áreas de habitat dos gorilas da montanha por colonos que se instalaram na fronteira com a República Democrática do Congo, ameaçando a sobrevivência de um dos animais mais raros do mundo. 

 

Outras Notícias:

Dois camponeses condenados por comerem tigre

 

A China sentenciou dois agricultores a penas de prisão até aos 9 anos, após terem comido um raro tigre da Manchúria, revelou o Beijing Evening News. 

Um tribunal da província do nordeste chinês de Heilongjiang condenou Zhang Lichen e Gong Weisheng pela morte de um animal pertencente a uma espécie ameaçada. Os dois homens encontraram um tigre preso numa armadilha colocada na montanha no ano passado mas, ao contrário do que a lei exige, não o relataram às autoridades. Deixaram o animal morrer e voltaram 6 dias depois para o recolher, esfolando-o e comendo a sua carne.

Os dois homens sabiam que a venda de um tigre era crime mas pensaram que comer a sua carne de um animal morto não iria contra nenhuma lei. 

 

 

Saber mais:

African Conservation Foundation - Rwanda

Association pour la Conservation de la Nature au Rwanda

 

 

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@ Born to be Wild, 2004


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