2004-06-07

Subject: Pénis é um "animal" competitivo

News of the Wild

 

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Em destaque:

Pénis é um "animal" competitivo

 

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Cientistas acreditam que a forma do pénis pode ter evoluído de forma a ajudar os homens a retirar o sémen dos rivais durante o acto sexual. Testes conduzidos por uma equipa de investigadores americanos, liderada pelo professor Gordon Gallup, concluíram que o pénis funciona como um dispositivo de remoção de sémen.

A equipa da State University of New York acredita que o impulso do pénis durante o sexo pode ajudar a libertar o sistema reprodutor feminino do sémen de um amante anterior. Testaram esta teoria usando falos de látex, uma vagina artificial e uma mistura de amido e água. 

Relatam na revista New Scientist que descobriram que o sulco coronal, localizado na ligação da glande com o corpo do pénis, é capaz de remover mais de 90% da mistura de amido com um único impulso. Um falo sem sulco coronal apenas removia 35% da mistura. 

Também descobriram que a profundidade do impulso era igualmente importante: quando apenas a 3/4, o impulso removia menos de 40% da mistura viscosa. 

O estudo também revelou, a partir de inquéritos a estudantes, que o sexo tende a ser mais vigoroso se é possível que a mulher tenha sido infiel ou se o casal esteve afastado, sugerindo um desejo subjacente por parte do homem de remover qualquer traço do sémen de outro. 

O chefe da investigação Gordon Gallup refere que a consequência da competição pela paternidade levou à evolução de um pénis que retira o sémen deixado na vagina por outros machos. Não só obtivemos obtivemos dados consistentes com esta hipótese mas também revelámos que sob condições de possibilidade de infidelidade os estudantes mostraram alterações de comportamento que libertam a vagina de sémen estranho antes da ejaculação. 

No entanto, Derek Machin, urologista do University Hospital de Aintree, considera a teoria rebuscada. A investigação pode muito bem ser rigorosa, mas não estou convencido que só porque o pénis faz algo como isto tenha, necessariamente evoluído para ter esse efeito. 

O doutor Colm O'Mahony, presidente da UK Association for Genito-Urinary Medicine, também considera a teoria pouco credível, pois se um homem continuar os impulsos após a ejaculação estaria a retirar o seu próprio esperma. Para além disso, conclui, a posição também faz diferença, a gravidade tem um papel nisto tudo. Talvez os missionários soubessem alguma coisa acerca da melhor posição .... 

 

Outras Notícias:

Genes podem ser os culpados pela infidelidade 

 

Algumas pessoas podem estar geneticamente programadas para serem infiéis aos seus parceiros, alegam os cientistas. O professor Tim Spector, do Twin Research Unit do St Thomas's Hospita em Londres, considera que tem provas da existência deste componente genético da infidelidade. 

Centrando-se nas mulheres, ele descobriu que se um dos gémeos apresentar um historial de infidelidade, a probabilidade de a sua irmã também se desviar do bom caminho atingem os 55%, quando, de forma geral, apenas 23% das mulheres são infiéis. 

Para além disso, o professor Spector descobriu que a tendência para que ambas as gémeas fossem infiéis ou fiéis era mais forte em gémeas verdadeiras. No entanto, salientou que não são apenas os genes a determinar a probabilidade de infidelidade, muito era devido a factores sociais. 

Segundo o professor, faz todo o sentido, do ponto de vista evolucionário, obter uma boa mistura de genes, e para as mulheres escolherem uma melhor opção se esta lhes surgir. 

Mas apesar das descobertas, não concluiu que existisse uma "gene da infidelidade". Não é provável que exista apenas um gene a controlar algo tão complexo como isto, referiu, devem ser vários, provavelmente associados à tendência para correr riscos ou com a personalidade. 

A doutora Petra Boynton, psicóloga social, referiu que foi muito difícil descobrir que elemento do comportamento era hereditário e qual era aprendido. Se quando crianças vemos a nossa mãe enganar o nosso pai, torna-se mais fácil para nós fazer o mesmo, vamos copiar o comportamento. Não é uma questão genética, mas apenas o que achamos que uma relação deve ser ou porque achamos que podemos faze-lo. 

 

 

Saber mais:

Twin Research Unit

Evolution and Human Behaviour

 

 

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@ Born to be Wild, 2004


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