2004-06-06

Subject: Orcas do Alaska vão receber protecção

News of the Wild

 

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Orcas do Alaska vão receber protecção 

 

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Agentes governamentais americanos revelaram que vai ser concedida protecção especial a um pequeno grupo de orcas do Alaska que tem vindo a reduzir-se cada vez mais desde o derrame, em 1989, do Exxon Valdez. 

O grupo de orcas AT-1, que apresenta distintas marcas negras e brancas, realizam chamamentos especiais e diferem geneticamente das outras baleias, foi considerado depauperado e colocado sob a alçada da Marine Mammal Protection Act, referiu o National Marine Fisheries Service. 

A listagem nesta categoria autoriza a agência federal a criar um plano de conservação do grupo, que continha 22 elementos em 1984 dos quais restam 8 ou 9 animais, que não se têm reproduzido. 

O número de animais do grupo diminuiu drasticamente desde 1989 de tal forma, que está prestes a desaparecer do oceano, explica James Balsiger, administrador regional do National Marine Fisheries Service, temos que tentar fazer alguma coisa para os proteger e recuperar. As baleias nadam entre a ilha de Prince William Sound e os fiordes do Parque Nacional  Kenai, áreas afectadas pelo derrame de 11 milhões de galões de petróleo em 1989.

 

O grupo migratório AT-1 alimenta-se de pequenos golfinhos e focas. A sua dieta, comportamento e chamamentos são diferentes dos cerca de 362 grupos residentes de orcas comedoras de peixe da zona entre Prince William Sound e Kenai. 

A designação de ameaçado chega em resposta a uma petição realizada em 2002 por organizações ambientalistas. Brent Plater, advogado do Center for Biological Diversity, uma das organizações envolvidas na petição, mostrou-se muito satisfeito com a acção. É um momento crucial para a protecção de mamíferos marinhos, disse Plater, é a primeira vez que o governo federal reconheceu que orcas migratórias são mais que uma população amorfa num oceano gigantesco. 

Até agora, o grupo AT-1 tem sido gerido como parte da população mais vasta de 346 grupos migratórios que vagueiam pelo Pacífico norte. O que está a matar as orcas do grupo AT-1 permanece obscuro, mas o problema parece mais profundo que o encontro com o derrame de há 15 anos, conclui Plater. 

 

 

Saber mais:

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@ Born to be Wild, 2004


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