2010-04-10

Subject: Descoberta nova espécie ancestral do Homem

 

Descoberta nova espécie ancestral do Homem

 

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@ NatureForam encontrados dois esqueletos com cerca de 2 milhões anos numa gruta na África do Sul, permanecendo controverso se constituem uma nova espécie de Australopithecus ou se pertencem já a uma espécie do género Homo, por serem um mosaico de características “primitivas” e “modernas”.

O registo fóssil é inerentemente fragmentário tornando árdua a tarefa de reconstruir a evolução de uma linhagem. Embora alguns períodos estejam bem documentados por uma multiplicidade de fósseis outros há dos quais praticamente não há indícios, de que é exemplo a época compreendida entre os 1,8 milhões de anos e os 2 milhões de anos da Evolução Humana.

Assim, a descoberta de fósseis datando destes períodos é considerada “um achado” porque contribui para preencher uma lacuna no conhecimento científico, que é o caso da descoberta recente, numa gruta na África do Sul, de dois esqueletos de hominídeo com aproximadamente 2 milhões de anos.

Os esqueletos fossilizados correspondem a uma fêmea adulta e a um macho juvenil, e foram descobertos em 2008 nas proximidades de Malapa no sítio que é Berço da Humanidade perto de Joanesburgo, pelo filho de um paleontólogo sul-africano.

Os dois hominídeos cujos esqueletos foram agora recuperados terão morrido ao cair na gruta ou pouco depois por não terem conseguido sair. Os seus corpos terão sido arrastados para um lago subterrâneo talvez durante uma tempestade, com os seus ossos a depositarem-se juntamente com os de outros animais.

 

@ NatureOs indivíduos constituem um mosaico de características “primitivas” – os braços longos e a pequena caixa craniana –, e características “modernas” – dentes pequenos, nariz projectado, pélvis avançada e pernas longas - pelo que não é claro se pertencem a uma nova espécie de Australopithecus, ou se são representantes de uma espécie de Homo.

Apesar de os autores do artigo na Science defenderem que se trata de uma nova espécie de Australopithecus , a que deram o nome de A. sediba, há quem esteja convencido que se trata de uma espécie de Homo argumentando que o Homo floresiensis também apresentava uma caixa craniana de pequenas dimensões, pelo que o tema ainda vai ser motivo de debate.

 

 

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