2009-10-03

Subject: Descoberto na China fóssil de dinossáurio com quatro asas cobertas de penas

 

Descoberto na China fóssil de dinossáurio com quatro asas cobertas de penas

 

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Semelhante a uma ave, o Anchiornis huxleyi é apontado como potencial elo perdido na evolução de dinossauros para aves e foi encontrado no Nordeste da China numa formação geológica com 160 milhões de anos.

Actualmente o processo evolutivo que culminou com o aparecimento das aves é algo controverso. Uma teoria defende que as aves tiveram origem nos dinossáurios mas há cientistas que afirmam que os dinossáurios semelhantes a aves apareceram demasiado tarde no registo fóssil para serem os verdadeiros ancestrais desta classe de vertebrados.

O parco registo fóssil tem dificultado a tarefa aos cientistas que procuram compreender a evolução dos répteis e o aparecimento das aves mas na China foi recentemente feita uma descoberta que pode esclarecer os paleontólogos.

Com efeito, foram recuperados na província de Liaoning, no NE da China, restos fossilizados de um dinossáurio que media 50cm, tinha um crânio de 6cm e apresentava 4 asas cobertas por penas, datando de há 160 milhões de anos.

Segundo os autores da descoberta “A presença de uma espécie deste tipo nesta altura do registo fóssil contraria o argumento de que os dinossáurios semelhantes a aves apareceram demasiado tarde para ser os ancestrais das aves”.

Mais ainda “Esta descoberta sugere que as aves provavelmente descenderam de um tipo de dinossáurios pequenos e com 4 asas” afirmam os autores que acrescentam “É um elo entre os terópodes típicos (dinossáurios que se deslocavam sobre dois membros traseiros) e as aves. Viveu num período … [que está de acordo com o] esperado para um ancestral das aves”.

O Anchiornis huxleyi, nome científico que foi atribuído à espécie agora descoberta, é o mais antigo dinossáurio semelhante a uma ave de que há registo, precedendo o Archaeopteryx, a ave mais antiga conhecida.

 

Outras Notícias:

Alterações climáticas serão principal causa da fome em 2050

A escassez de alimentos causada pelo aumento das temperaturas afectará, no prazo de quatro décadas, 25 milhões de crianças. O alerta foi lançado ontem pelo Instituto Internacional de Investigação de Política Alimentar (IFPRI) durante a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre as alterações climáticas, que decorre em Banguecoque, na Tailândia. 

 

"Este drama pode ser evitado com um investimento de nove biliões de dólares [6,1 mil milhões de euros] anuais para aumentar a produtividade agrícola e ajudar os produtores a enfrentar os efeitos do aquecimento global", afirmou Gerald Nelson, um dos autores do relatório do IFPRI.
Segundo o mesmo, para minorar o problema da fome é preciso criar melhores estradas e sistemas de irrigação e facilitar o acesso à água potável e à escolarização.

Na opinião de Gerald Nelson, a primeira chamada de atenção para a problemática da fome surgiu em 2008, aquando dos protestos, em várias partes do mundo, contra o aumento do preço dos alimentos básicos provocado pela redução da produção mundial.

Também o fundador do Instituto de Políticas da Terra, Lester Brown, considera que o problema da alimentação é o efeito mais preocupante das alterações climáticas. O americano sublinhou o caso da Ásia, que está no epicentro da crise. Lembrou ainda que 75 por cento dos pobres de todo o mundo vivem em áreas rurais, as mais vulneráveis às alterações do clima.

Durante a reunião dos líderes do G-20, na semana passada em Pittsburgh, nos Estados Unidos, os líderes dos vinte países mais ricos e industrializados comprometeram-se a doar dois mil milhões de dólares (1,36 mil milhões de euros) para o combate da fome em todo o mundo, enquanto que a ONU anunciou a realização de uma cimeira sobre o tema em Novembro.

 

 

Saber mais:

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