2009-05-10

Subject: Obama mantém regras sobre ursos polares de Bush

 

Obama mantém regras sobre ursos polares de Bush 

 

 

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O governo americano optou por manter a determinação da era Bush de limitar a protecção dos ursos polares dos afeitos do aquecimento global.

Os grupos ambientalistas e defensores da vida selvagem tinham vindo a apelar ao cancelamento da determinação e o Congresso americano tinha já dado ao secretário do interior Ken Salazar o poder para o fazer mas ele acabou por considerar que isso apenas iria criar "incertezas e confusão".

A determinação significa que o governo apenas agirá contra ameaças aos ursos polares que surjam no seu habitat árctico. 

A Agência de Protecção Ambiental americana (EPA) designou os ursos polares espécie ameaçada de extinção durante o ano passado, devido a ter sido demonstrado que o seu habitat está a desaparecer à medida que as calotes polares derretem.

Os ambientalistas aproveitaram essa determinação, argumentando que as espécies ameaçadas de extinção tinham direito a uma protecção acrescida de acordo com a lei americana e que o governo era, por isso, obrigado a reduzir as emissões de carbono que estavam a causar o aquecimento global.

A Acta das Espécies Ameaçadas proíbe as agências federais de "ter acções que tenham alguma possibilidade de colocar em perigo a espécie ou modificar de forma adversa o seu habitat crítico" e estabelece penalidades civis e criminais para aqueles que matem ou firam esses mesmos animais.

No entanto, a administração Bush aprovou uma directiva que excluía "actividades fora do habitat do urso polar, como as emissões de gases de efeito de estufa" dessa proibição e, agora, soube-se que a administração Obama decidiu manter em vigor.

 

"A Acta das Espécies Ameaçadas não é o mecanismo adequado para controlar as emissões de carbono do nosso país", comentou Salazar. "Em vez disso, precisamos é de uma estratégia energética e climática abrangente que limite as alterações climáticas e os seus impactos."

Mas a decisão do secretário do interior desagradou aos grupos ambientalistas. A decisão de Salazar "só serve para cimentar o legado da administração Bush de ignorar a ciência do aquecimento global, acentuando o risco de extinção que o urso polar enfrenta", comentou Melanie Duchin, activista da Greenpeace no Alasca. 

"Infelizmente, parece reflectir uma crescente vontade da administração Obama para ignorar os claros imperativos científicos sobre o aquecimento global em face da pressão da indústria." 

 

 

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