2009-02-02

Subject: O enigma da praga de insectos liberiana

 

O enigma da praga de insectos liberiana

 

 

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A devastadora praga de lagartas está a destruir parte da África ocidental não é, afinal, de lagartas-militar, ou lagartas-de-capucho, Spodoptera frugiperda como antes se pensava mas de uma espécie não identificada, dizem os peritos.

Um coordenador de emergência das Nações Unidas referiu que os insectos na Libéria e na Guiné são diferentes das lagartas-militar. Segundo ele, os peritos salientaram que o insecto apresenta padrões distintos de aspecto, movimento, alimentação, hábitos e ciclo de vida.

Os especialistas estão neste momento a estudar a praga, em busca de uma forma de a controlar, pois já afectou mais de 400 mil locais. Para além de devorar as culturas, a infestação é de tal modo grande que já poluiu as fontes de água com as suas fezes.

O coordenador de emergência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação de Agricultura (FAO) Tim Vaessen, refere que os peritos em insectos se aperceberam que a espécie em questão não era a lagarta-militar durante uma saída de campo ao condado de Bong na Libéria, na semana passada.

Enquanto as lagartas-militar se alimentam dos grãos de cereal como o arroz ou o milho, a espécie não identificada prefere devorar as folhas da árvore Dohama.

Vaessen diz que a espécie desconhecida forma casulos que podem ser encontrados debaixo das folhas baixas, enquanto os casulos da lagarta-militar permanecem enterrados no solo, a profundidades de vários centímetros.

 

A misteriosa lagarta parece levantar-se no ar, formando um meio círculo à medida que avança, o que as lagartas-militar não fazem. As asas das traças que emergem do casulo também são diferentes.

Vaessen refere ainda: "Os nossos peritos em campo falaram com os habitantes locais, que dizem que já tinham visto este tipo de lagarta. Anteriormente combateram-na colocando folhas debaixo das árvores e queimando-as para sufocar os insectos com o fumo."

"Mas os aldeões nunca viram a lagarta em tão grande número antes, estão completamente atarantados."

A FAO enviou imagens do insecto para os peritos do Instituto Internacional de Agricultura Tropical no Benin e para a Universidade de Cardiff, como parte do esforço para identificar a espécie. 

 

 

Saber mais:

FAO

 

 

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