2008-05-13

Subject: Viagra ajuda distrofia muscular

 

Viagra ajuda distrofia muscular

 

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ViagraO medicamento anti-impotência Viagra pode ajudar a salvar pessoas que sofrem de distrofia muscular de uma morte prematura, sugere um estudo agora conhecido.

Os investigadores descobriram que a forma como o medicamento combate a impotência também pode ajudar a evitar a falência cardíaca em pacientes com distrofia muscular.

Testes em ratos geneticamente modificados para apresentarem uma versão da doença revelaram que o medicamento ajudava a manter o seu coração em boa forma, revela um estudo realizado no Instituto Cardíaco de Montreal, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. 

A distrofia muscular é uma doença genética com efeitos devastadores sobre os músculos. Os primeiros sinais de fraqueza muscular surgem por volta dos cinco anos de idade, levando a uma progressiva perda da capacidade de andar até aos 13 anos.

Pessoas com a doença também têm um maior risco de falência cardíaca devido ao enfraquecimento dos músculos que mantêm o órgão a bombear com força. Por esta razão, muitos pacientes com distrofia muscular de Duchenne, a forma mais comum de distrofia, morrem muito jovens, frequentemente na casa dos 20 ou dos 30.

A equipa de Montreal descobriu que o Viagra, conhecido tecnicamente como sildenafil, previne a perda de uma molécula, o cGMP, que desempenha um papel fundamental na dilação dos vasos sanguíneos. No pénis, isto aumenta o fluxo de sangue e ajuda a combater a impotência.

Mas no coração ajuda a garantir que o próprio músculo cardíaco recebe um fluxo adequado de sangue e permanece saudável e forte.

 

Com o coração em boas condições, é mais provável suportar o impacto do enfraquecimento dos músculos devida à distrofia. O Viagra funciona ao bloquear a enzima PDE5, que degrada o cGMP.

Jean-Claude Tardif, director do Centro de Investigação do Instituto Cardíaco de Montreal, refere: "Estas experiências dão-nos esperança de que um dia seja possível tratar pacientes com distrofia e quem sabe outras doenças."

Os investigadores também inseriram um gene que aumentou a produção de cGMP nas células cardíacas do rato e descobriram que isso ajudava os animais a manter uma função cardíaca normal.

Marita Pohlschmidt, directora de investigação da Campanha Distrofia Muscular, refere que há que ter cuidado com o entusiasmo inicial. "nem sempre os benefícios em animais são transponíveis para humanos, são precisas mais experiências para comprovar a situação." 

 

 

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